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Sexta, 01 de Dezembro de 2017 - 17h09

Exclusivas uagro

Agro brasileiro precisa capitalizar internacionalmente seus atributos sustentáveis

Para o presidente da Embrapa, Maurício Lopes, Brasil tem que trabalhar em nível mundial os ativos de sustentabilidade ambiental atrelados à nossa agricultura

DATAGRO

O agronegócio brasileiro precisa capitalizar internacionalmente o que vem realizado em termos de produção sustentável, afirmou o presidente da Embrapa, Maurício Lopes, nesta quinta-feira (30), durante o evento “Desafio 2050”, realizado em São Paulo (SP).

Segundo Lopes, o Código Florestal que o Brasil fez, bem como a implantação do Programa de Agricultura de Baixo Carbono são exemplos de lei e política pública, respectivamente, que nenhum outro país teve a coragem de fazer. “Quem mais no mundo reserva 20% de sua propriedade para preservação ambiental ou tem um projeto financiado com dinheiro público para incentivar boas práticas agrícolas de baixa emissão de carbono?”, questionou. 

Por outro lado, o presidente da Embrapa ressalvou que o setor rural precisa entender que estas questões não podem ser vistas como custos, porque são requisitos da agenda mundial que ganha corpo, com base nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

O desafio, salientou Lopes, é o Brasil trabalhar os atributos de sustentabilidade ambiental atrelados à nossa agricultura em nível mundial, criando uma marca sustentável para o agro brasileiro. “Precisamos fazer um trabalho de ‘branding’”, acentuou. “A Embrapa, por exemplo, está desenvolvendo a ‘carne carbono neutro’, calcada no sistema de integração-lavoura-pecuária-floresta. Nenhum outro país tem isso.”

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