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Quinta, 20 de Abril de 2017 - 08h39

Ministério estuda normas para compartimentação de suínos

Medida é passo para o País ser considerado livre de febre aftosa sem vacinação e da peste suína clássica

DATAGRO

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) realiza, nos dias 24 e 25, a primeira reunião do grupo de trabalho criado para fixar normas destinadas à implantação da compartimentação de suínos. O grupo terá prazo de seis meses, prorrogáveis por mais seis, para propor as normas.

O Brasil poderá adotar pela primeira vez, nos Estados, a compartimentação de suínos, para vir a ser considerado livre de febre aftosa sem vacinação e da peste suína clássica. A adoção do sistema está prevista para até um ano e meio e será voluntária. Para tanto, será iniciado projeto piloto.

Com isso, as propriedades de engorda de suínos, unidades de genética e frigoríficos se tornam reconhecidos como protegidos contra risco eventual dessas doenças. A proposta partiu do setor produtivo de Mato Grosso. Já existe compartimentação por parte de empresa privada.

A compartimentação elimina riscos geográficos, pois cada granja é um compartimento livre de determinada enfermidade, e, em caso de surto de doença em um Estado ou região, facilita a manutenção da exportação e o comércio interno. Também possibilita a negociação de mercados mais exigentes em relação à condição sanitária livre de febre aftosa sem vacinação.

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