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Sexta, 19 de Maio de 2017 - 12h21

Fronteiras preocupam para retirada da vacina antiaftosa

Entidades discutem pontos para que fim da vacinação ocorra com segurança sanitária

DATAGRO

A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) e entidades do setor produtivo rural estiveram reunidas nesta semana para discutir o plano nacional da retirada da vacinação de febre aftosa em Mato Grosso. Os participantes avaliaram que existem pontos importantes que devem ser analisados antes da retirada definitiva da obrigatoriedade da vacina.

Mato Grosso estuda retirar vacinação contra febre aftosa

“O setor está reunido para fazer com que isso aconteça com maior segurança e com o mínimo de risco possível para a cadeia da carne. Ouvimos as entidades e chegamos à conclusão que alguns pontos devem ser analisados, como por exemplo, as fronteiras internacionais, quanto vai custar à vigilância nas fronteiras, avaliar quem vai arcar com as despesas e quais os órgãos estão aptos para isso”, diz o vice-presidente da Famato, Francisco Olavo Pugliesi de Castro.

VEJA TAMBÉM: CNPC apoia redução do volume da dose da vacina antiaftosa 

Além dos problemas de fronteira, o setor tem a preocupação com o planejamento estratégico do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para a criação de um fundo nacional de emergência contra a febre aftosa, já que Mato Grosso tem um, o Fundo Emergencial de Sanidade Animal do Estado de Mato Grosso (Fesa). Outra dúvida levantada foi em relação à gestão do fundo nacional, pois é necessário saber como e quem vai gerir o fundo.

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