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Segunda, 28 de Maio de 2018 - 15h44

Exclusivas uagro

Agronegócio quer discutir PL do preço mínimo do frete

Setor afirma que, até o momento, não foi consultado sobre o tema

DATAGRO

As medidas provisórias (MP) do governo federal, publicadas na noite deste domingo (27) em edição extra do Diário Oficial da União (DOU), para acabar com a greve dos caminhoneiros precisam, agora, ser analisadas pelo Congresso Nacional. Entre elas, consta a criação de uma tabela de preços mínimos para fretes, que também é objeto de Projeto de Lei (PL).

Lideranças do agro afirmam que o debate sobre tabelamento de frete ficou restrito a governo e caminhoneiros

Porta-voz das entidades do agronegócio [Abiove, Cecafé, Abag, SRB, Fiesp, CitrusBR, Anec, Sindirações, etc.], que se reuniram nesta segunda-feira (28), em São Paulo (SP), para entrevista coletiva, o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), André Nassar, disse que, em primeiro lugar, o setor é contra qualquer tabelamento de frete, seja instituído por MP ou Lei, porque considera a medida como intervencionista. No entanto, caso a criação de uma tabela de preços mínimos para frete, de fato, vire lei, o dirigente ressaltou que o agronegócio quer participar das discussões, algo que até o momento não aconteceu. “O debate acerca deste tema está restrito ao governo e representantes dos caminhoneiros.”

De acordo com Nassar, não houve, por hora, espaço para o segmento do agronegócio apresentar seu ponto de vista, cálculos relativos ao assunto frete. “Nós queremos discutir os parâmetros de preços.”

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