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Quinta, 07 de Dezembro de 2017 - 09h06

Exclusivas uagro

Pecuarista deve conhecer custos antes de confinar

Previsão é que em 2020 País tenha cerca de cinco milhões de animais confinados

DATAGRO

Saber os custos da atividade é fundamental para que o pecuarista obtenha um bom resultado com o confinamento do seu rebanho. Foi o que destacou o professor e pesquisador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq-USP), Sérgio De Zen, nesta terça-feira (05), em São Paulo (SP), durante o evento de apresentação dos resultados do Tour DSM de Confinamento 2017.

Segundo De Zen, o pecuarista ganha quando conhece seus custos, e não no preço da arroba. O professor-pesquisador explicou que conhecer o custo é imprescindível, por exemplo, para que o produtor possa travar o preço de venda de sua produção, de acordo com as diversas modalidades existentes no mercado [a termo, bolsa, etc.]

VEJA TAMBÉM: Volatilidade de preços marcará a pecuária em 2018 

Para De Zen, o confinamento convencional se justifica para planteis acima de cinco mil animais. Já o semi-confinamento [suplementação nutricional para o gado a pasto] é mais democrático, disse o professor-pesquisador. “Com 50 cabeças dá para fazer.”

De acordo com Marcos Baruselli, gerente de categoria confinamento da Tortuga/DSM, a taxa de crescimento de animais confinados no País avança entre 6% a 8% ao ano. “Hoje, estimamos que anualmente cerca de 4,3 milhões de animais são confinados. Devemos chegar a cinco milhões em 2020”, projetou.

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